REDE ODES
Nesta página você encontrará análises, levantamentos e estudos que buscam embasar a compreensão de cenários e fenômenos econômicos e sociais. Cada análise apresentada oferece uma visão concisa sobre as evidências coletadas, permitindo uma leitura clara e objetiva das dinâmicas em questão. O objetivo é fornecer subsídios práticos para gestores públicos que buscam aprimorar políticas e programas, com base em uma compreensão detalhada do contexto e dos dados analisados.
Defesa Civil Alerta: Importância dos Sistemas de Alertas Preventivos
Juliano da Silva
Universidade Federal de Juiz de Fora
27/05/26
Cerca de 8,3 milhões de brasileiros vivem em áreas de risco para inundações, enxurradas e deslizamentos, e os eventos climáticos extremos têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos. Nesse cenário, os sistemas de alerta preventivo podem fazer a diferença entre agir a tempo ou enfrentar perdas humanas e materiais. O novo texto do ODES/UFJF explica como funciona o Defesa Civil Alerta, por que a antecedência e a confiança da população são essenciais para sua eficácia e o que a literatura científica revela sobre o papel desses sistemas na redução dos impactos dos desastres naturais. Confira no texto completo.
Saneamento Básico e o seu Impacto sobre a Mortalidade
Julia Natália Brito
Universidade Federal de Juiz de Fora
22/04/26
Mais de 5 mil brasileiros morreram, em 2017, por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado, evidenciando que a falta de infraestrutura básica continua sendo um importante problema de saúde pública. Neste texto, são apresentados os principais resultados de um estudo que avaliou se o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) contribuiu para reduzir a mortalidade por essas doenças nos municípios brasileiros. Quais foram as evidências encontradas e o que elas revelam sobre os desafios da política de saneamento no país? Confira no texto completo.
Infância conectada: qual seria o papel dos pais?
Rafael Fraga e Juliano da Silva
Universidade Federal de Juiz de Fora
05/07/25
A escola nem é o segundo ambiente mais usado por crianças e adolescentes para acessar a internet. Esse é o alerta que abre o mais novo texto do ODES/UFJF, que investiga um debate que vai além dos muros da escola: o papel dos pais na mediação do uso de celulares, internet e redes sociais por seus filhos. Entre as cinco estratégias de mediação parental identificadas na literatura, quais funcionam de fato, e por que meninos e meninas respondem de formas tão diferentes a elas? Confira no texto completo.
Infância conectada: internet, celulares e educação
Rafael Fraga e Juliano da Silva
Universidade Federal de Juiz de Fora
29/08/25
Em janeiro de 2025, foi sancionada a Lei 15.100/25, que proíbe alunos de usarem telefone celular e outros aparelhos eletrônicos portáteis em escolas públicas e particulares, incluindo recreios e intervalos entre as aulas. A medida abrange a educação infantil e os ensinos fundamental e médio. Apesar dos esforços para melhor compreensao do tema, poucos estudos empíricos abordam a adoção das chamadas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no ambiente escolar em escala nacional, considerando diferentes condições e contextos institucionais. De modo geral, há pesquisas que analisam o acesso à internet, mas ainda são raros os trabalhos que detalham os modos de uso.
A Seca e o Desenvolvimento de Capital Humano
Juliano da Silva e Rafael Fraga
Universidade Federal de Juiz de Fora
18/06/25
Como discutido no relatório “Os Impactos Socioeconômicos da Seca”, elaborado pelo Observatório das Desigualdades em Educação, Saúde e Sustentabilidade (ODES/UFJF), a ocorrência deste tipo de desastre pode gerar uma série de consequências à sociedade, de forma direta ou indireta. Sob a ótica econômica, no texto sobre os “Efeitos da Seca no Preço do Café”, também elaborado pelo ODES/UFJF, nota-se que o primeiro impacto observado ocorre predominantemente sobre o setor agrário, aquele com maior dependência climática. Contudo, os prejuízos podem ir além de valores monetários, demandando um debate mais complexo sobre o caso.
Efeitos da Seca no Preço do Café
Juliano da Silva e Rafael Fraga
Universidade Federal de Juiz de Fora
03/04/25
Conforme aponta o estudo “Os Impactos Socioeconômicos da Seca”, elaborado pelo Observatório das Desigualdades em Educação, Saúde e Sustentabilidade (ODES/UFJF), os desastres naturais mais frequentes no Brasil são os de origem climatológica. As secas e estiagens, assim como demais eventos naturais, têm causas associadas ao clima. Ou seja, tanto a escassez quanto o excesso de chuvas resultam de alterações climáticas. Nesse contexto, este estudo propõe analisar especificamente de que forma os efeitos das mudanças climáticas e dos desastres climatológicos têm influenciado nos preços de produtos de nosso cotidiano, como o grão de café.
Os Impactos Socioeconômicos da Seca
Juliano da Silva e Rafael Fraga
Universidade Federal de Juiz de Fora
08/01/25
De acordo com os textos “Quais são os Desastres Naturais mais comuns no Brasil?” e “Desastres Climatológicos e sua ocorrência no Brasil”, produzidos pelo ODES, os Desastres Climatológicos são aqueles que mais ocorreram e geraram prejuízos no país desde 1991. Além disso, produziram desigualdades que afetam a sociedade há décadas e impedem o desenvolvimento de regiões carentes. Esse tipo de desastre está ligado a altas temperaturas e, consequentemente, a insuficiência hídrica. Em grande maioria, Secas e Estiagens, e Incêndios Florestais, em minoria, têm afetado a economia em diferentes níveis.
Desastres Climatológicos e sua ocorrência no Brasil
Juliano da Silva e Rafael Fraga
Universidade Federal de Juiz de Fora
23/10/25
Estiagem, Seca, Incêndios Florestais e Baixa umidade do ar. De acordo com a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC), estes são os quatro tipos de Desastres Climatológicos caracterizados por baixos índices de precipitação. Essa afirmação faz parte do conjunto de definições que auxiliam na Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (COBRADE), determinação que identifica as ocorrências de desastres de acordo com suas peculiaridades.
Quais são os Desastres Naturais mais comuns no Brasil?
Juliano da Silva e Rafael Fraga
Universidade Federal de Juiz de Fora
02/10/24
No Brasil, a maioria dos desastres naturais estão diretamente relacionados às variações de chuvas e temperatura, refletindo a complexa interação entre fatores climáticos e geográficos do país. Conforme a tipologia adotada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC), os eventos são divididos em cinco categorias: climatológicos, hidrológicos, meteorológicos, geológicos e biológicos.
O que são Desastres Naturais e quais as suas consequências
João Vitor Rocha, Juliano da Silva e Rafael Fraga
Universidade Federal de Juiz de Fora
19/09/24
Os desastres são resultantes de processos ligados à transformação e ao crescimento da sociedade, que reflete o modelo de desenvolvimento global e demais fatores socioambientais que criam vulnerabilidades sociais, como os efeitos das mudanças climáticas. Secas, chuvas intensas, tempestades, ondas de calor e frio, entre outros. Todos esses casos são consequências destes fatores que influenciam diretamente a rotina de uma população. Eventos extremos (ou desastres) geram grandes impactos e, a partir de sua origem, podem ser classificados entre tecnológicos e naturais.










